Parabéns pela charge.Ela já está rodando vários blogs. Um sucesso! Sobre este assunto, governos nas Igreja, fis uma sugestão aos irmãos do blog Teologia Pentecostal, para coloca o assunto em "Debate", é um novo quadro deles. Sugeri também amguma questões que podem sr abordadas. Se achar pertinente segue abaixo o que eu enviei. Em todo caso, muito obrigado pela atenção. PAULO MORORÓ Amados irmãos, a Paz do Senhor. Achei excelente e bastante interessante a ideia de se fazer debates. Gostaria de sugerir um tema para os próximos debates: "Dinastias Eclesiásticas nas Igrejas Evangélicas", ou seja, (Estruturas de governos e de cultura administrativa, com raízes no nepotismo, muito comum em "Ministérios" pentecostais, algo do tipo: O pai é o presidente e o filho logo é o vice, ou o genro, e etc). As sugestões para questões no debate seriam vastas, como: - Qual a relação entre ter chamada ministerial e ocupar funções extratégica? - Tem fundamento bíblico e neotestamentário? - Por que este assunto é pouco debatido? - A formação e a manutenção de "Dinastias Eclesiásticas" podem ser consideradas tipos de "Modismo" ou heresias? - As "Dinastias Eclesiásticas" já são uma tradição que tem que ser mantida devido a identidade da denominação? Será um “Modismo” quase virando mania, que irá depois se estabelecer de vez? - Qual o motivo de grandes "ministérios" desde já colocarem o filho, ou genro, ou a esposa do pastor presidente, como "VICE", imediato de sempre? - As profecias de revelação (sérias) e de "revelamentos" (carnais) têm implicações neste tema? - O filho de um pastor presidente que tem o dom ministerial, também está automaticamente predestinado para ser o “vice”? - Qual o motivo de Moisés não colocar seu filho como vice? (o garoto era levita, neto do sacerdote e conselheiro Jetro; sobrinho do Sumo-sacerdote Arão, e claro filho do próprio Moisés. Tinha uma linhagem de fazer inveja a qualquer “vice” de hoje). - Qual o motivo de Jônatas, o principe filho do rei Saul, não brigar com Davi, mesmo sabendo que Davi já estava UNGIDO para ser rei? Era uma disputa de trono, e Jônatas era filho do Dono. - Qual o motivo de Jesus não chamar o seu irmão Tiago, aquele da Epístola, para ser um dos doze apóstolos, visto que era seu "irmão de sangue"? O negócio ia ficar na família, mais seguro, mais confiável. - Que sentimento havia na mamãe dos filhos de Zebedeu, ou “Filhos dos trovão”, em Mt 20.20-23, quando esta pediu à Jesus para que seus filhos se assentassem um à direita e outro à esquerda do Mestre? Ser mãe de dois apóstolos não bastava? Será que ela queria ser diferente da mãe de Pedro e André? Que “diferencial” ela queria entre os pescadores galileus? Será que ela refletiu na resposta do Mestre? “...mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”. - Será que precisamos de um catedrático ou especialista em exegese e hermenêutica bíblica para entendermos a frase: “ E ele mesmo deu...” em Ef 4.11 ? Quem deu os dons ministeriais? Será que Deus dá os dons e os homens dão os cargos? - Qual o motivo de haver tanto consentimento, tanta “vista grossa”, diante de uma idolatria de cargo tão flagrante nos púlpitos? O tema "Dinastias Eclesiásticas", precisa ser encarado com responsabilidade e coragem, pois mexe com altos interesses de poder e vanglória. Fica aí a sugestão. Espero que este comentário não fique censurado, pois existe blogueiro que não quer nem ouvir falar neste assunto. Um abraço. Paulo Mororó – E mail – paulomororo2@bol.com.br enviado par o blog -Teologia Pentecostal – em 26 maio 09
Parabéns pela charge.Ela já está rodando vários blogs. Um sucesso! Sobre este assunto, governos nas Igreja, fiz uma sugestão aos irmãos do blog Teologia Pentecostal, para colocar o assunto em "Debate",( é um novo quadro deles). Sugeri também algumas questões que podem ser abordadas. Se achar pertinente segue abaixo o que eu enviei. Em todo caso, muito obrigado pela atenção. PAULO MORORÓ
"Amados irmãos, a Paz do Senhor. Achei excelente e bastante interessante a ideia de se fazer debates. Gostaria de sugerir um tema para os próximos debates: "Dinastias Eclesiásticas nas Igrejas Evangélicas", ou seja, (Estruturas de governos e de cultura administrativa, com raízes no nepotismo, muito comum em "Ministérios" pentecostais, algo do tipo: O pai é o presidente e o filho logo é o vice, ou o genro, e etc). As sugestões para questões no debate seriam vastas, como: - Qual a relação entre ter chamada ministerial e ocupar funções extratégica? - Tem fundamento bíblico e neotestamentário? - Por que este assunto é pouco debatido? - A formação e a manutenção de "Dinastias Eclesiásticas" podem ser consideradas tipos de "Modismo" ou heresias? - As "Dinastias Eclesiásticas" já são uma tradição que tem que ser mantida devido a identidade da denominação? Será um “Modismo” quase virando mania, que irá depois se estabelecer de vez? - Qual o motivo de grandes "ministérios" desde já colocarem o filho, ou genro, ou a esposa do pastor presidente, como "VICE", imediato de sempre? - As profecias de revelação (sérias) e de "revelamentos" (carnais) têm implicações neste tema? - O filho de um pastor presidente que tem o dom ministerial, também está automaticamente predestinado para ser o “vice”? - Qual o motivo de Moisés não colocar seu filho como vice? (o garoto era levita, neto do sacerdote e conselheiro Jetro; sobrinho do Sumo-sacerdote Arão, e claro filho do próprio Moisés. Tinha uma linhagem de fazer inveja a qualquer “vice” de hoje). - Qual o motivo de Jônatas, o principe filho do rei Saul, não brigar com Davi, mesmo sabendo que Davi já estava UNGIDO para ser rei? Era uma disputa de trono, e Jônatas era filho do Dono. - Qual o motivo de Jesus não chamar o seu irmão Tiago, aquele da Epístola, para ser um dos doze apóstolos, visto que era seu "irmão de sangue"? O negócio ia ficar na família, mais seguro, mais confiável. - Que sentimento havia na mamãe dos filhos de Zebedeu, ou “Filhos dos trovão”, em Mt 20.20-23, quando esta pediu à Jesus para que seus filhos se assentassem um à direita e outro à esquerda do Mestre? Ser mãe de dois apóstolos não bastava? Será que ela queria ser diferente da mãe de Pedro e André? Que “diferencial” ela queria entre os pescadores galileus? Será que ela refletiu na resposta do Mestre? “...mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”. - Será que precisamos de um catedrático ou especialista em exegese e hermenêutica bíblica para entendermos a frase: “ E ele mesmo deu...” em Ef 4.11 ? Quem deu os dons ministeriais? Será que Deus dá os dons e os homens dão os cargos? - Qual o motivo de haver tanto consentimento, tanta “vista grossa”, diante de uma idolatria de cargo tão flagrante nos púlpitos? O tema "Dinastias Eclesiásticas", precisa ser encarado com responsabilidade e coragem, pois mexe com altos interesses de poder e vanglória. Fica aí a sugestão. Espero que este comentário não fique censurado, pois existe blogueiro que não quer nem ouvir falar neste assunto. Um abraço. Paulo Mororó – E mail – paulomororo2@bol.com.br enviado par o blog -Teologia Pentecostal – em 26 maio 09"
Jasiel Botelho é pastor evangélico. Missionário da SEPAL. Fundador e presidente da Missão “Jovens da Verdade.” Jasiel e sua esposa Ivone trabalham com o ministério de casais. É autor de vários livros para juventude, livros de humor. Professor de teologia na FLAM. Casado com Ivone há 40 anos e pai de três filhos casados: André, Raquel e Marcos.jasielbotelho
Hahhahauhauhau, modesto ele, né?
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ResponderExcluirCaro irmão Jasiel, a Paz do Senhor.
ResponderExcluirParabéns pela charge.Ela já está rodando vários blogs. Um sucesso!
Sobre este assunto, governos nas Igreja, fis uma sugestão aos irmãos do blog Teologia Pentecostal, para coloca o assunto em "Debate", é um novo quadro deles. Sugeri também amguma questões que podem sr abordadas. Se achar pertinente segue abaixo o que eu enviei. Em todo caso, muito obrigado pela atenção.
PAULO MORORÓ
Amados irmãos, a Paz do Senhor.
Achei excelente e bastante interessante a ideia de se fazer debates. Gostaria de sugerir um tema para os próximos debates: "Dinastias Eclesiásticas nas Igrejas Evangélicas", ou seja, (Estruturas de governos e de cultura administrativa, com raízes no nepotismo, muito comum em "Ministérios" pentecostais, algo do tipo: O pai é o presidente e o filho logo é o vice, ou o genro, e etc).
As sugestões para questões no debate seriam vastas, como:
- Qual a relação entre ter chamada ministerial e ocupar funções extratégica?
- Tem fundamento bíblico e neotestamentário?
- Por que este assunto é pouco debatido?
- A formação e a manutenção de "Dinastias Eclesiásticas" podem ser consideradas tipos de "Modismo" ou heresias?
- As "Dinastias Eclesiásticas" já são uma tradição que tem que ser mantida devido a identidade da denominação? Será um “Modismo” quase virando mania, que irá depois se estabelecer de vez?
- Qual o motivo de grandes "ministérios" desde já colocarem o filho, ou genro, ou a esposa do pastor presidente, como "VICE", imediato de sempre?
- As profecias de revelação (sérias) e de "revelamentos" (carnais) têm implicações neste tema?
- O filho de um pastor presidente que tem o dom ministerial, também está automaticamente predestinado para ser o “vice”?
- Qual o motivo de Moisés não colocar seu filho como vice? (o garoto era levita, neto do sacerdote e conselheiro Jetro; sobrinho do Sumo-sacerdote Arão, e claro filho do próprio Moisés. Tinha uma linhagem de fazer inveja a qualquer “vice” de hoje).
- Qual o motivo de Jônatas, o principe filho do rei Saul, não brigar com Davi, mesmo sabendo que Davi já estava UNGIDO para ser rei? Era uma disputa de trono, e Jônatas era filho do Dono.
- Qual o motivo de Jesus não chamar o seu irmão Tiago, aquele da Epístola, para ser um dos doze apóstolos, visto que era seu "irmão de sangue"? O negócio ia ficar na família, mais seguro, mais confiável.
- Que sentimento havia na mamãe dos filhos de Zebedeu, ou “Filhos dos trovão”, em Mt 20.20-23, quando esta pediu à Jesus para que seus filhos se assentassem um à direita e outro à esquerda do Mestre? Ser mãe de dois apóstolos não bastava? Será que ela queria ser diferente da mãe de Pedro e André? Que “diferencial” ela queria entre os pescadores galileus? Será que ela refletiu na resposta do Mestre? “...mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”.
- Será que precisamos de um catedrático ou especialista em exegese e hermenêutica bíblica para entendermos a frase: “ E ele mesmo deu...” em Ef 4.11 ? Quem deu os dons ministeriais? Será que Deus dá os dons e os homens dão os cargos?
- Qual o motivo de haver tanto consentimento, tanta “vista grossa”, diante de uma idolatria de cargo tão flagrante nos púlpitos?
O tema "Dinastias Eclesiásticas", precisa ser encarado com responsabilidade e coragem, pois mexe com altos interesses de poder e vanglória.
Fica aí a sugestão. Espero que este comentário não fique censurado, pois existe blogueiro que não quer nem ouvir falar neste assunto.
Um abraço.
Paulo Mororó – E mail – paulomororo2@bol.com.br
enviado par o blog -Teologia Pentecostal – em 26 maio 09
Caro irmão, Jasiel, a Paz do Senhor
ResponderExcluirParabéns pela charge.Ela já está rodando vários blogs. Um sucesso!
Sobre este assunto, governos nas Igreja, fiz uma sugestão aos irmãos do blog Teologia Pentecostal, para colocar o assunto em "Debate",( é um novo quadro deles). Sugeri também algumas questões que podem ser abordadas. Se achar pertinente segue abaixo o que eu enviei. Em todo caso, muito obrigado pela atenção.
PAULO MORORÓ
"Amados irmãos, a Paz do Senhor.
Achei excelente e bastante interessante a ideia de se fazer debates. Gostaria de sugerir um tema para os próximos debates: "Dinastias Eclesiásticas nas Igrejas Evangélicas", ou seja, (Estruturas de governos e de cultura administrativa, com raízes no nepotismo, muito comum em "Ministérios" pentecostais, algo do tipo: O pai é o presidente e o filho logo é o vice, ou o genro, e etc).
As sugestões para questões no debate seriam vastas, como:
- Qual a relação entre ter chamada ministerial e ocupar funções extratégica?
- Tem fundamento bíblico e neotestamentário?
- Por que este assunto é pouco debatido?
- A formação e a manutenção de "Dinastias Eclesiásticas" podem ser consideradas tipos de "Modismo" ou heresias?
- As "Dinastias Eclesiásticas" já são uma tradição que tem que ser mantida devido a identidade da denominação? Será um “Modismo” quase virando mania, que irá depois se estabelecer de vez?
- Qual o motivo de grandes "ministérios" desde já colocarem o filho, ou genro, ou a esposa do pastor presidente, como "VICE", imediato de sempre?
- As profecias de revelação (sérias) e de "revelamentos" (carnais) têm implicações neste tema?
- O filho de um pastor presidente que tem o dom ministerial, também está automaticamente predestinado para ser o “vice”?
- Qual o motivo de Moisés não colocar seu filho como vice? (o garoto era levita, neto do sacerdote e conselheiro Jetro; sobrinho do Sumo-sacerdote Arão, e claro filho do próprio Moisés. Tinha uma linhagem de fazer inveja a qualquer “vice” de hoje).
- Qual o motivo de Jônatas, o principe filho do rei Saul, não brigar com Davi, mesmo sabendo que Davi já estava UNGIDO para ser rei? Era uma disputa de trono, e Jônatas era filho do Dono.
- Qual o motivo de Jesus não chamar o seu irmão Tiago, aquele da Epístola, para ser um dos doze apóstolos, visto que era seu "irmão de sangue"? O negócio ia ficar na família, mais seguro, mais confiável.
- Que sentimento havia na mamãe dos filhos de Zebedeu, ou “Filhos dos trovão”, em Mt 20.20-23, quando esta pediu à Jesus para que seus filhos se assentassem um à direita e outro à esquerda do Mestre? Ser mãe de dois apóstolos não bastava? Será que ela queria ser diferente da mãe de Pedro e André? Que “diferencial” ela queria entre os pescadores galileus? Será que ela refletiu na resposta do Mestre? “...mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”.
- Será que precisamos de um catedrático ou especialista em exegese e hermenêutica bíblica para entendermos a frase: “ E ele mesmo deu...” em Ef 4.11 ? Quem deu os dons ministeriais? Será que Deus dá os dons e os homens dão os cargos?
- Qual o motivo de haver tanto consentimento, tanta “vista grossa”, diante de uma idolatria de cargo tão flagrante nos púlpitos?
O tema "Dinastias Eclesiásticas", precisa ser encarado com responsabilidade e coragem, pois mexe com altos interesses de poder e vanglória.
Fica aí a sugestão. Espero que este comentário não fique censurado, pois existe blogueiro que não quer nem ouvir falar neste assunto.
Um abraço.
Paulo Mororó – E mail – paulomororo2@bol.com.br
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